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Última atualização:19/12/2005 DATAPREV NA IMPRENSA Notícias em 19/12/2005 JORNAL DO COMMERCIO DATAPREV CAPIXABA INOVA EM DIAGNÓSTICO DE REDE Duas iniciativas desenvolvidas na área do software livre são consideradas inovadoras e até mesmo inéditas no mundo, quando se fala de projetos públicos, na avaliação do Governo. A divisão da Dataprev do Espírito Santo desenvolveu um software de código aberto chamado Configurador Automático e Coletor de Informações Computacionais (Cacic), que permite fazer diagnóstico sobre uma rede de computadores.O Cacic realiza inventário tanto do hardware como dos softwares instalados nos servidores. Diz qual o sistema operacional, quanta memória foi usada e quanto há de memória ociosa, além do tamanho do disco e se há máquinas subutilizadas na rede. "Não tenho conhecimento de que haja ferramenta rodando em licença aberta para esse tipo de solução, ainda mais desenvolvido por um Governo", observa o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo Santanna, depois de um convênio com a Dataprev, que não tinha como gerenciar o programa, a Secretaria passou a fazer esse trabalho, o que inclui a organização da comunidade que usa e modifica o programa e conta hoje com mais de 3 mil usuários. "O convênio nos permitiu gerenciar a comunidade e também disponibilizar os códigos", explica o secretário. O Cacic roda hoje em mais de 50 mil máquinas de 60 instituições e empresas, e também nos governos da Venezuela e Argentina. Outra ação destacada por Santanna e também pelo presidente do Instituto de Tecnologia da Informação (ITI), Renato Martini, foi a produção de manual para ajudar os que querem fazer migração para software livre, mas não têm idéia de como começar a operação. É o "Guia de Migração para Software Livre", publicação da Secretaria de Logística que está na segunda versão e já teve mais de 50 mil cópias baixadas pela Internet. O documento está disponível, de graça, no endereço www.guialivre.governoeletronico.gov.br/gtmsl. De acordo com o secretário, o guia é o único produzido e assumido por um Governo no mundo. O documento relata experiências que deram certo e que não deram certo; dá orientações sobre que informações o usuário precisa levantar em termos de software proprietário disponível na sua instituição e aponta qual o software livre mais apropriado para seu caso. ECONOMIA DE CUSTOS NÃO IMPLICA QUALQUER REDUÇÃO DE RECURSOS Além disso, conforme explica Santanna, não existe no Orçamento do Governo rubrica específica para software livre. "A rubrica é para processamento de dados em geral, a decisão do quanto alocar e de como destinar o que foi alocado é de cada ministério. Esta secretaria pode até fazer trabalho de consultoria, caso o ministério não saiba como começar a migração", explicou.Marcelo Branco, do PSL Brasil, também havia afirmado que seriam R$ 200 milhões para a implementação do software livre em 2005 e que o recurso sofrera contingenciamento (corte). Santanna explicocu que é impossível identificar quanto foi usado apenas com software livre até o momento, pelo fato de não haver rubrica específica para esse gasto. Além disso, segundo ele, previsões de gastos apresentadas para migração de máquinas de ministérios, no ano passado, na época em que presidia o ITI e coordenava o comitê de implementação o especialista Sérgio Amadeu, se mostraram altas demais. "Se posso economizar para o Governo, vou fazê-lo. Os valores apresentados foram de R$ 3,4 mil para migração de desktops (computadores individuais usados pelo usuário final) e de R$ 23 mil por servidor (máquinas que sustentam todo o banco de dados de uma empresa ou instituição e a rede de computadores)", diz ele. Santanna conta que a empresa de tecnologia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Dataprev, comprou recentemente máquinas individuais, com software livre operando, por menos de R$ 1 mil cada. "Estou certo de que um bom servidor com o mesmo programa não sai por mais de R$ 15 mil. Então, se dá para gastar menos, vamos gastar menos", conclui. Quanto ao preparo dos técnicos de informática do Governo, a resposta vem de Renato Martini. "Não há nenhuma limitação das equipes técnicas que trabalham pela implantação do software livre no governo. É uma afirmação que beira o ridículo", diz o presidente do ITI. EXPERIÊNCIAS DEMONSTRAM EXCELÊNCIA DOS TÉCNICOS Além de uma série de iniciativas no campo institucional e jurídico, o coordenador do Comitê de Implementação do Software Livre e presidente do Instituto de Tecnologia da Informação (ITI), Renato Martini, cita experiências de migração ou adoção do software livre em curso no Governo.Para ele, a Dataprev, empresa de informática do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por exemplo, anunciou em outubro de 2004 que já tinha 500 servidores usando programas de código livre. Na época, o presidente da empresa afirmava que, certamente, a Dataprev era um dos maiores usuários de software livre do Governo. Na lista de Martini, também consta a contratação de 40 projetos em software livre pela agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Ele destaca ainda o desenvolvimento pelo Ministério da Educação de um software de ensino a distância, que usa software livre, chamado e-Proinfo, que está sendo oferecido ao público. Além disso, o ITI vem contratando empresas nacionais para o desenvolvimento de sistemas como assinador digital e suporte para cartões inteligentes no Linux. Os servidores e dois terços dos desktops do Ministério das Cidades também usam software livre hoje. No Banco do Brasil, 500 agências, segundo ele, usam hoje servidores Linux. No Ministério das Comunicações, está em curso o processo de licitação para contratação de profissionais para migração dos equipamentos do ministério. O software livre também está sendo implantado em 11 mil estações de trabalho dos Correios, o que corresponde a 30% do parque tecnológico da empresa. Notícias em 15/12/2005 VALOR ECONÔMICO GOVERNO ATRASA COMPRAS E DECEPCIONA EMPRESAS DE TI O ano foi difícil para os fornecedores de tecnologia da informação que dependem das vendas para o governo federal - um grupo que inclui quase todas as grandes companhias do setor no Brasil. Até agora, os gastos da administração direta com TI somaram apenas R$ 1,2 bilhão, segundo dados do Ministério do Planejamento, contra R$ 2,1 bilhões em 2002, R$ 1,8 bilhão em 2003 e cerca de R$ 1,75 bilhão em 2004. A esperança para salvar o ano está depositada no mês de dezembro, período que os fornecedores de tecnologia com atuação em Brasília apelidaram de "safra", por tradicionalmente concentrar o maior volume de negócios. Nos últimos 70 dias de 2004, por exemplo, a HP participou diretamente de 390 concorrências públicas. A média de 5,5 licitações por dia foi cinco vezes superior ao que a empresa registrou no restante do exercício. Agora, a companhia torce para que a história se repita. "A execução orçamentária de 2005 foi muito pobre. Esperamos uma enxurrada de licitações no fim do ano", diz Raul Papaleo, diretor de vendas para governo da HP no Brasil. Há sinais de que isso ocorrerá: Caixa Econômica Federal, Secretaria da Receita Federal e Dataprev planejam abrir concorrências na área de tecnologia nos próximos dias que, somadas, movimentarão cerca de R$ 200 milhões. O forte contingenciamento das compras de TI pelo governo federal também está ligado às acusações de corrupção na atual administração. Em pelo menos dois casos as empresas de tecnologia estão no centro da crise: a denúncia de que Waldomiro Diniz, ex-assessor da Casa Civil, intermediou a cobrança de propina para a renovação do contrato entre a GTech e a Caixa Econômica Federal e a suspeita de favorecimento à Novadata em compras dos Correios. 'SAFRA' DO GOVERNO PODE SALVAR O ANO Entra ano, sai ano, um fenômeno se repete: as aquisições de tecnologia da administração federal ficam espremidas nos últimos meses do calendário - sobretudo em dezembro, quando ocorre um grande volume de licitações. Essa prática é generalizada e não se restringe à área de TI, mas adquire uma importância particular nesse setor, que tem no governo seu maior cliente no país. O desequilíbrio deve ser ainda mais forte neste ano, com o contingenciamento dos gastos de tecnologia em patamares recordes. Em 2002, a administração direta do governo federal comprou R$ 2,1 bilhões em tecnologia; em 2003, foram R$ 1,8 bilhão; em 2004, cerca de R$ 1,75 bilhão. Em 2005, até agora, os gastos somaram apenas R$ 1,2 bilhão, segundo dados do Ministério do Planejamento. Por isso, a "safra" - como os fornecedores de TI designam o período - é a última esperança para salvar o ano. "A execução orçamentária de 2005 foi muito pobre. Esperamos uma enxurrada de licitações no final do ano", diz Raul Papaleo, diretor de vendas para governo da HP no Brasil. A disseminação dos pregões eletrônicos, que permitem realizar todo o processo de aquisição em um período de tempo mais curto, também contribui para isso. Henrique Sei, gerente de vendas corporativas da Dell, lembra que o aumento de compras também ocorre - nem sempre em grau tão elevado - em empresas privadas. "As companhias precisam gastar a verba prevista no orçamento, pois ela pode sumir no planejamento do próximo ano." Embora a safra seja mais forte na administração direta do que nas estatais, este ano o represamento de verbas foi generalizado devido às acusações de corrupção envolvendo o governo, que respingaram nas empresas públicas. Vanine Vasconcelos Magalhães, diretor de TI dos Correios- alvo de uma comissão parlamentar de inquérito -, afirma que gastará R$ 300 milhões, dentro de um orçamento de tecnologia de R$ 450 milhões. "Os processos de compras ficaram mais lentos, pois temos que prestar uma série de explicações para os órgãos de controle." Exemplo dessa concentração são três concorrências para a compras de tecnologia abertas pela Caixa Econômica Federal, Secretaria da Receita Federal e Dataprev. Previstas para os últimos dias do ano, as licitações movimentarão, juntas, cerca de R$ 200 milhões. Para a HP, esta safra pode repetir a anterior, quando em apenas 70 dias a empresa participou diretamente de 390 concorrências. Foram 5,5 licitações por dia, cinco vezes superior à media do resto do ano - e isso sem contar os negócios em que a companhia participa apenas indiretamente, via revendas autorizadas. Mais de 25% do movimento nas vendas da HP para administração pública direta, em faturamento, ocorre de meados de outubro até o início de janeiro, quando ainda há os últimos resquícios da safra. Em número de equipamentos, a concentração é ainda maior: cerca de um terço das vendas fica comprimido no período. Apesar de estarem habituadas à sazonalidade das compras públicas, os executivos do setor avaliam que o procedimento não é desejável, pois a aquisição feita às pressas compromete a qualidade do processo, além de sobrecarregar os fornecedores, que precisam reorganizar suas equipes para atender a demanda. A HP alocará recursos adicionais para as vendas públicas, sobretudo para as áreas de apoio - como jurídico, administração e contratos. A mesma estratégia é adotada por Cleber Morais, presidente da americana Sun Microsystems no Brasil. "Decidimos deslocar uma equipe adicional para Brasília", diz. "Temos licitações até no dia 23 - que é uma sexta-feira - no final da tarde." Notícias em 12/12/2005 JORNAL DE BRASÍLIA (Internet) APOSENTADOS E PENSIONISTAS SÃO ADEPTOS Os aposentados e pensionistas se tornaram adeptos do crédito consignado. Dados divulgados esta semana pela Previdência Social mostram que, do total de 19 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), 4,3 milhões já fizeram empréstimo consignado. Teve gente que recorreu mais de uma vez. Com isto, a Previdência contabilizou, de maio do ano passado até agora, um total de 6,2 milhões de operações concretizadas. Do total, mais da metade, ou 50,19%, ganha até um salário mínimo por mês. Os dados, levantados pela Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), revelam também que os aposentados e pensionistas preferem pagar o empréstimo a longo prazo. Do universo analisado, 57,19% disseram que quitariam a dívida em 31 e 36 meses. No País, já foram liberados mais de R$ 10 bilhões para aposentados e pensionistas, por meio do empréstimo com desconto em folha. No Distritro Federal, foram R$ 122,7 milhões para 58.522 operações. Deste total, 52.201 são empréstimos ativos, que ainda precisam ser pagos, que totalizam R$ 117,7 milhões. Segundo o presidente da Associação de Aposentados do Distrito Federal e Entorno, Raimundo Carvalho de Oliveira, o dinheiro do empréstimo consignado tem sido utilizado pelos aposentados e pensionistas principalmente para pagamento de remédios e para construção ou reforma de moradia. "Eu mesmo fiz para ajudar uma filha a construir a casa dela", afirma. A maioria, confirma ele, ganha um salário mínimo. Com o desconto do empréstimo, o benefício, que já é mingüado, fica mais reduzido. Segundo Raimundo, tem muita gente entrando na fila do empréstimo para tentar cobrir rombos nas contas. "Acaba virando uma bola de neve. As pessoas tentam escapar do sufoco, mas não conseguem", assegura. Para que o aposentado ou pensionista não vire refém de empréstimos, a Associação orienta que o crédito deve ser uma alternativa só em casos extremamente necessários. Notícias em 08/12/2005 O DIA INSS PODERÁ REVER DECISÃO O ministro da Previdência Social, Nelson Machado, admitiu ontem a possibilidade de rever a decisão que deixou o Estado do Rio subordinado à gerência regional de Minas Gerais, após a reestruturação do INSS. A afirmação foi feita ao ser questionado durante audiência pública na Câmara dos Deputados. O objetivo era esclarecer por que o Rio, mesmo tendo 2,2 milhões de beneficiários, foi deixado de lado no processo de reorganização, apesar do histórico de grandes problemas de atendimento. "Irreversível só a morte. Os pedidos para que nossas decisões sejam reavaliadas serão analisados", disse a deputados. Ontem, a Previdência Social também divulgou balanço dos empréstimos consignados realizados até 2 de dezembro. Segundo a Dataprev, já foram liberados R$ 10,9 bilhões, com 6,2 milhões de operações feitas por 4,3 milhões de segurados. Desta vez, as estatísticas monstram - ao se comparar o número de transações ao total de beneficiários - que um único segurado fez mais de um empréstimo. A maioria (57,91%) tem parcelado a dívida entre 31 e 36 meses. Eles respondem por 3,6 milhões de operações. E boa parte (50,19%) ganha um salário mínimo, tendo realizado 2,8 milhões de transações. JORNAL DE BRASÍLIA MULHERES COMPETENTES Será que podemos comparar todas as mulheres, umas competentes na política, na religião, na ciência, na pesquisa, na gestão e nas atividades espaciais, e outras competentes nos lares, administrando economia, saúde, segurança, educação, conforto, bem-estar e outras funções básicas do indivíduo e do grupo? Podemos. Minha casa é com Doris. As atividades se complementam, dando sentido às nossas vidas. No Brasil, temos muitas ministras, mas Dilma Roussef, na minha opinião, deveria assumir definitivamente o governo, já que o outro não deu certo. Mente todo o dia. Nos tribunais superiores, STF, STJ e TST, brilham mulheres de notável saber jurídico. O mesmo acontece no Congresso, no Senado e na Câmara, onde mulheres inteligentes se capacitam para dirigir o País. No momento, estão influindo, no plenário, nas comissões técnicas, mistas, parlamentares de inquérito, dando o tom das mudanças que deveriam estar ocorrendo, em benefício de todos. Com reformas sobre reformas, que em nada mudaram a sonegação, evasão, elisão, brechas legais, renuncias, ampliaram o déficit, que baterá os R$ 140 bilhões na era Lula, achataram o valor dos benefícios (78% na faixa de um a dois salários mínimos), aumentaram as filas e desqualificaram o atendimento, criaram milhares de cargos comissionados para os apadrinhados do PT e da corrupta base política, dos Janenes, Pedros, Robertos, Valdemares, tudo fazendo para destruir a maior seguradora do Brasil e da América Latina, que há 83 anos paga em dia e é a maior distribuidora de renda do País. Nesta Previdência Social que resistiu ao saque e à pilhagem da Republica Velha e da Nova República, tivemos algumas mulheres que marcaram sua passagem pelos diversos escalões, vindo de baixo e se tornando referência. Destaco em especial a nossa eterna diretora de Recursos Humanos, Maria Cecília Landim, secretaria de Administração do Governo do Distrito Federal, onde é por demais querida dos servidores e, com certeza, pela população do GDF pelo belo trabalho que vem executando para os servidores, com plano de carreira, cargos e salários, saúde, moradia a preços populares e salários dignos para professores e policiais, dando educação e segurança a quem precisa. Enquanto esteve à frente da Diretoria de RH do INSS não foi diferente. Maria Cecília elaborou e executou os melhores projetos para os servidores de todas as áreas, meios e fins, assegurando recrutamento, seleção, treinamento, capacitação, reciclagem, indo à luta por benefícios e vantagens, reposição de quadros, adoção de novos padrões para melhoria de atendimento. O ridículo monopólio da Dataprev impedia que o servidor pudesse ter acesso à informatização. Maria Cecília costumava dizer que recursos humanos era, como o seguro social, atividade fim. Se tivéssemos Maria Cecília à frente do INSS, com sua personalidade carismática, seu espírito inovador e sua vocação para o trabalho, esta lambança de criar o Receitão não ocorreria. Maria Cecília teria feito tudo para impedir que o Troféu Berzoini tivesse levado os velhinhos aposentados com mais de 90 anos para as filas, a escandalosa abertura da folha de 23 milhões de beneficiários para empréstimos consignados, com a marca da suspeição dos bancos BMG e Rural, as trapalhadas da Dataprev, cheia de estrelas do PT, os contratos nebulosos com a Cobra e a Novadata, as filas degradantes e os represamentos humilhantes, os milhares de terceirizados em todos os escalões, a escolha de gerentes pelo mérito sindical e de filiação petista, o prêmio à incompetência e à incúria. Não permitiria que se tirassem servidores da linha de atendimento na concessão e manutenção de benefícios para a linha da arrecadação e fiscalização, que os terceirizados impusessem seus "ensinamentos" de fora pra dentro, como ocorreu com o projeto das Vias Transversas. Enfim, por tudo isso, só posso dizer: que saudade da Cecília Landim, tão identificada com a história da Previdência Social que o PT quer liquidar por pressão externa e por incompetência de seus quadros. Paulo César de Souza é vice presidente da Associação Nacional dos Servidores da Previdência Social (ANASPS). Notícias em 07/12/2005 FOLHA On-line Dinheiro BANCOS JÁ EMPRESTARAM R$ 10,9 BI PARA APOSENTADOS DO INSS Os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já tomaram emprestado R$ 10,9 bilhões nos bancos por meio de operações de crédito consignado --com desconto direto no benefício. O montante refere-se aos empréstimos efetuados entre maio de 2004 --quando essa modalidade entrou em vigor-- e o último dia 2, segundo a Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social). Neste período, foram realizadas 6,2 milhões de contratações de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS. No entanto, essas operações beneficiaram só 4,3 milhões de segurados, o que significa que um mesmo aposentado realizou mais de um empréstimo com desconto no benefício previdenciário. Das 6,2 milhões de operações de crédito, só 421 mil foram totalmente pagas pelos aposentados e pensionistas do INSS, num total de R$ 107 milhões. Outras 5,6 milhões de operações ainda estão ativas. Ou seja, os aposentados ainda devem para os bancos R$ 10,5 bilhões. Também foram canceladas 99 mil operações, no valor R$ 148 milhões, ou seja, foram excluídas antes do pagamento da primeira parcela. E 101 mil empréstimos, no valor de R$ 215 milhões, foram liquidadas --excluídos após o pagamento da primeira parcela, o que pode ser feito tanto pelos bancos quanto pela Previdência Social. Prazo Os aposentados que recebem até um salário mínimo (R$ 300) por mês responderam por 50,19% das operações de crédito consignado realizadas até o final de novembro. Quem recebe mais que cinco salários mínimos representavam 7,99% das operações realizadas através do empréstimo consignado direcionado a aposentados. Notícias em 05/12/2005 O IMPARCIAL (MA) A ARTE PARA MATAR A FOME Com o objetivo de arrecadar recursos para a campanha beneficente da Ação da Cidadania, o tradicional Leilão de Arte do Natal Sem Fome acontece terça-feira, a partir das 19h30, no São Luís Park Hotel (Calhau). O evento leiloa obras de vários artistas plásticos maranhenses, entre novos e consagrados, que doaram trabalhos para a campanha. Organizado de forma voluntária pela Dataprev e executado da mesma forma pela Vip Leilões, esta é a oitava edição do leilão, que vai oferecer este ano 57 obras, entre telas e esculturas. Toda a renda será revertida em cestas básicas, que serão distribuídas para comunidades carentes da cidade, inscritas no programa. Obras de artistas conhecidos como Mondego, Dila, Jesus Santos Ciro Falcão, Rogério Martins, Miguel Veiga, Edymar Santos, Edmilson Costa, Bento Moreira Lima, Binho Dushinka, Geetesh, entre outros, figuram com trabalhos de gente como Ithamar M. Nunes, morador do Asilo de Mendicidade, e Solon Emílio, presidiário que doou mais de uma tela para a campanha. Há ainda telas de novatos nas artes plásticas como Diene Mendes e Daniel Santos. Uma das organizadoras, a gerente da Dataprev, Cláudia Archer, explica que o lance inicial geralmente é de R$ 50, mas tudo depende da qualidade da obra. Ano passado, foram arrecadados R$ 17 mil. Em 2003, o valor foi mais alto: R$ 20 mil. Cláudia Archer enfatiza que todas as obras costumam ser vendidas. O público é formado por colecionadores e pessoas que se interessam por artes plásticas na cidade. Às vezes, é possível arrematar uma obra por um valor inferior ao de mercado. Em outros momentos, paga-se mais caro, mas o importante é que estamos contribuindo para o bem estar social. Levando R$ 100, já dá para levar algum trabalho. Em 2006, a organização pretende avançar a campanha, criando hortas coletivas nas comunidades assistidas pela Ação da Cidadnia. Quem estiver interessado em participar do leilão pode conhecer as obras, antecipadamente, no prédio da Dataprev, localizado na rua Edmundo Calheiros, 748, São Francisco. JORNAL DE BRASÍLIA (Internet) DE OLHO (COLUNA
Paula Santana) Notícias em 04/12/2005 EXTRA SEMINÁRIO REÚNE ENTIDADES (COLUNA SINDICATO) O Sindicato dos Trabalhadores em Informática (Sindpd-RJ) realiza amanhã e terça-feira, no auditório do sindicato, na Avenida Presidente Vargas 502, 12º andar, no Centro, um seminário em defesa da previdência pública e da Dataprev. Na programação está a análise sobre o futuro da Previdência Social e da Dataprev, que passam por grandes transformações, colocando em risco os postos de trabalho e a qualidade do atendimento à população. O seminário conta com a participação de entidades democráticas da sociedade civil e sindicatos de trabalhadores das empresas de informática e da previdência social de vários estados. Notícias em 03/12/2005 JORNAL PEQUENO (MA) ARTISTAS DOAM OBRAS DE ARTE PARA O LEILÃO DO NATAL SEM FOME 2005 A Campanha Natal sem Fome deste ano está intensificando suas ações em São Luís. No dia 6 de dezembro será realizado, no São Luís Park Hotel, às 19h30, o VIII Leilão de Arte do Natal sem Fome, organizado pelo Comitê de Responsabilidade Social da Dataprev. São mais de cinquenta obras doadas por artistas maranhenses. Toda a renda do Leilão será revertida em alimentos, que serão distribuídos a famílias carentes de São Luís, nos dias 23 e 24 de dezembro. O lance inicial para os arremates das obras é livre. Segundo Cláudia Archer, integrante do Comitê da Dataprev, no ano passado houve peças arrematadas até por R$ 5 mil, ficando a arrecadação total em torno de R$ 17 mil. "O público participou bastante no ano passado e não mediu esforços para abraçar essa causa nobre. Este ano, a nossa expectativa é que as arrecadações sejam maiores e que as pessoas entendam que a Campanha é um protesto contra a fome e que cada um precisa fazer a sua parte" disse Cláudia Archer. A integrante do Comitê de Responsabilidade Social da Dataprev revelou que as ações na capital já tomaram grandes proporções e que já houve ocasiões em que os alimentos arrecadados em São Luís foram doados também as famílias carentes do interior do Estado. Além do Leitão, outras ações paralelas continuam acontecendo para o combate à fome. Há estandes de arrecadação de alimentos em supermercados e postos Texaco da capital; venda de camisetas da Campanha; e ainda a implantação do projeto de Hortas Comunitárias, na comunidade do Gapara. A idéia, segundo Cláudia Archer, é incentivar a plantação de fundo de quintal, assessorada tecnicamente pelo Comitê da Dataprev - parceira da Campanha Natal sem Fome. A Campanha existe há mais de dez anos e tornou-se uma das principais armas de combate á fome do país. "Podemos até não solucionar o problema, mas só o fato de conseguirmos diminuir esse grave problema social, pelo menos no Natal, já é uma vitória e serve de estímulo para quem ainda não se engajou nessa causa", disse Cláudia Archer. O ESTADO DO MARANHÃO (MA) ARTISTAS MARANHENSES DOAM OBRAS DE ARTE PARA LEILÃO O combate à fome recebe o reforço de artistas maranhenses com a doação de obras de arte que serão leiloadas no VIII Leilão de Arte da Campanha Natal sem Fome, terça-feira, a partir das 19h30, no São Luís Park Hotel. O evento é uma iniciativa do Comitê Maranhão da Ação da Cidadania, Contra a Fome e a Miséria pela Vida, que, com os recursos arrecadados, realizará a aquisição de alimentos não perecíveis para distribuição às famílias carentes. A campanha, de acordo com o coordenador executivo do comitê, Eduardo Reis, pretende promover mudanças no quadro de miséria da população maranhense. Ele destacou que o leilão, em particular, busca, através da arte, sensibilizar e atingir a coletividade. Na sua oitava edição, os organizadores do evento já receberam a doação de mais de 50 obras, que estão expostas na sede da Dataprev até a data do leilão. "Na condição de empresa pública, apoiamos ações de inclusão social", disse a gerente da Dataprev, Cláudia Archer. Entre as obras doadas, é possível encontrar nomes conhecidos como o artista plástico Miguel Veiga, do morador do asilo de Mendicidade, o arquiteto Ithamar Nunes, do presidiário do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, Solon Emílio, entre outros. Participando desde a primeira edição do evento, o leiloeiro Vicente Paulo abre mão de sua comissão em favor da campanha. O leilão é aberto ao público,
que, por meio da aquisição de peças de arte, contribuirá com o combate à fome. As
obras arrematadas serão entregues imediatamente com a efetuação do pagamento à vista.
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